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Polícia Civil esclarece sequestro no Rio Vermelho

Polícia Civil esclarece sequestro no Rio Vermelho

Florianópolis – A Polícia Civil, através da Divisão de Roubos e Antissequestro (DRAS/DEIC), recebeu nesta quinta-feira, 1º, o resultado dos laudos periciais, por meio de exame de DNA, realizado pelo IGP, confirmando ser do argentino, de 33 anos, a ossada humana encontrada na estrada de acesso ao terminal do Rio Vermelho, no Norte da Capital. 

O argentino foi vítima de sequestro e morto com um tiro da própria arma, em 1º de março de 2015.  

Segundo o Delegado Anselmo Cruz, os restos mortais do homem foram encontrados pela Polícia Civil, que no curso da investigação já havia identificado sangue da vítima no carro dele, que foi encontrado na Praia do Santinho. 

Entenda o Caso:

A vítima foi vista, pela ultima vez, na companhia de um indivíduo apenas conhecido como "Rasta" e após desaparecer, a esposa passou a receber ligações e mensagens exigindo o pagamento de R$ 160 mil, para que visse seu marido novamente.

A Polícia Civil foi comunicada do fato apenas no final de março, quando já haviam cessado os contatos, e passou a investigar, identificando que a vítima atuava intensamente no tráfico de drogas da região.  

“Este homem, conhecido por “Rasta" foi identificado e preso pela equipe da DRAS/DEIC em Porto Alegre, em agosto de 2017. Ele também é argentino, de 42 anos, analfabeto, sem quaisquer documentos no Brasil, apesar de viver há 25 anos no país”, explica.  

Segundo o Delegado, foi esclarecido que "Rasta" e outro comparsa, de 28 anos, de Porto Alegre, estavam sendo ameaçados pela vítima a pagar valores relacionados ao tráfico de drogas. “Por causa disso, o mataram com um tiro da própria arma da vítima e esconderam o corpo na estrada de acesso ao terminal lacustre do Rio Vermelho, ainda no dia 1º de março de 2015.  

Mesmo com o argentino morto, tentaram extorquir valores da esposa, usando o telefone celular dele”, afirma.  

Os autores foram indiciados pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e extorsão, e estão presos preventivamente aguardando o julgamento.

 

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