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Suspeito de soltar rojão que matou cinegrafista chega ao Rio

Suspeito de soltar rojão que matou cinegrafista chega ao Rio

O suspeito de lançar o rojão que matou o cinegrafista da Bandeirantes Santiago Andrade, Caio Silva e Souza, de 23 anos, chegou às 8h42 desta quarta-feira (12) no Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio. Caio chegou no voo 06211 (Salvador-Rio, da Avianca). Ele foi preso em Feira de Santana (BA).

O suspeito será encaminhado para a Cidade da Polícia, no Jacarezinho, Subúrbio do Rio, onde os investigadores que efetuaram a prisão vão conceder uma entrevista coletiva à imprensa para informar mais detalhes sobre a investigação e a prisão. Segundo informações da Globonews, três viaturas da polícia aguardavam, às 9h, o desembarque de Caio para conduzí-lo. Ele desembarcou momentos depois, acompanhado de vários agentes e de seu advogado. O suspeito foi levado num automóvel Logan prata para a unidade policial.

Entrega por intermédio da namorada

Caio contou após a prisão que pretendia fugir para a casa de um avô para o Ceará, quando foi convencido por telefone pela namorada a se entregar à polícia na Bahia, mostrou nesta quarta-feira (12) o Bom Dia Rio.

O suspeito alegou logo após a prisão que não sabia que o artefato que matou Santiago era um rojão e sim o explosivo conhecido como "cabeção de nego". Ele pediu ainda desculpas pela "morte de um trabalhador", como ele própio, sua mãe e seu pai.
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Três agentes da 17ª DP (São Cristóvão) acompanharam o delegado que investiga o caso, Maurício Luciano de Almeida e Silva, e o advogado de Caio, Jonas Tadeu, na operação que terminou com a entrega de Caio. Homens da polícia baiana deram apoio à operação. A namorada do suspeito também esteve na Bahia durante a entrega. Ele se entregou numa pousada próxima à rodoviária da cidade baiana, que fica a mais de 1,5 mil km do Rio e a 100 km de Salvador.
Chefe da Civil comenta prisão

Também no Bom Dia Rio, o chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Fernando Veloso, afirmou que o advogado de Caio, que também representa o outro envolvido no caso preso, Fábio Raposo, também intercedeu para agilizar a entrega.


"As equipes estavam empenhadas em diferentes frentes e o advogado intercedeu  no sentido de demovê-lo da ideia de se evadir. Se não fizesse isso a polícia ia acabar o encontrando, porque a coordenadoria de inteligência da Polícia Civil já tinha uma linha onde já monitorávamos o deslocamento dele para o nordeste. A intervenção do advogado fez com que se acelerasse essa captura", contou Veloso.


Veloso também disse que todos os direitos do preso estão sendo garantidos, e que as investigações sobre o caso continuam. "Estamos convencidos que a participação do Caio nessas manifestações de forma efetiva com emprego de violenta não se restringiu ao fato que agora já sabemos, e temos provas contuntentes, dele ser o autor da morte do Santiago", disse. 

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